Você não é mais como quando eu te conheci, não sei mais no que pensa, chegou ao fim.
Tento te entender e te esquecer, mais a marca da minha vida começou a partir do dia em que a ferida se abriu, a ferida que foi causada por nós, pelo tempo. As lembranças sem valor são as coisas que eu me esforço em pensar e entender, tudo tem um fundamento e é hipocrisia dizer que não tem valor, se elas não tivessem não haveriam de ser citadas por muitas vezes. Todo momento, trás contigo, cada palavra, cada toque, cada olhar, cada arrepio. Quando estou em seu abraço me faz voltar, a tempos em que eu me encontrava em você, em um momento você sorriu e a partir daquele momento vi, a felicidade. Seu olhar ainda me faz parar, talvez seja do que eu mais sinto falta, da maneira que me via em seus olhos, hoje eu já decidi e já percebi que não tem como voltar atrás ou até mesmo voltar a enxergar um futuro diante de tanto tempo que já se passou, de tantos acontecimentos. Vamos ficar só com as lembranças escritas em papeis e espalhados por ai. De uns tempos pra cá, tenho abstinência de você, do seu cheiro, uma coisa estranha que não deveria ter voltado, não sinto tão forte como antes, mais está presente.
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
Quando bate a solidão.
Pequenas e inofencivas histórias são capazes de trazer dor, muita dor. Os dias passam e as horas não tem mais sentido algum, meus olhos clamam pelos seus, minhas mão frias só querem sentir o calor do teu corpo, estou sozinha e com medo de me perder mais ainda, a cada vez que eu me encontro em ti. Sonhos, esperanças que você deixou em mim, são apagados com o tempo, toda beleza de um sentimento moldado por nós está acabando, você não tem noção do quanto tempo eu esperei por isso, noites mal dormidas, sonhos e pensamentos diretamente relacionados a ti.
Sinto que estou blefando, talvez por tanto tempo eu guardei esse sentimento dentro de mim, que agora ele é exposto, e como uma ferida aberta dói muito mais. Quando paro para pensar em todas as oportunidades que foram jogadas fora, quando ainda era tempo de te contar tudo o que eu sentia, a única coisa que eu fazia era fugir. Por mais que não deveria, eu ainda acredito. Acredito na liberdade, na esperança e talvez até no amor.
Sinto que estou blefando, talvez por tanto tempo eu guardei esse sentimento dentro de mim, que agora ele é exposto, e como uma ferida aberta dói muito mais. Quando paro para pensar em todas as oportunidades que foram jogadas fora, quando ainda era tempo de te contar tudo o que eu sentia, a única coisa que eu fazia era fugir. Por mais que não deveria, eu ainda acredito. Acredito na liberdade, na esperança e talvez até no amor.
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